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PRÊMIO MMA WARRIORS OS MELHORES DE 2014

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PRÊMIO MMA WARRIORS OS MELHORES DE 2014

Luta do ano
Apesar de acontecida no mês de março, a luta do ano foi entre Pat Curran e Daniel Straus. Nem foi uma luta espetacular, fodástica, mas carregou muito simbolismo. Curran havia vencido Straus em luta pelo Xtreme Fighting Organization no ano de 2009 e Straus tomou o cinturão FW do Bellator de Curran em novembro de 2013 em uma surpreendente vitória. Desde a segunda luta, ambos se provocavam via mídia, praticamente se odiavam via twitter e imprensa especializada. Na pesagem, Straus teve que cortar seu característico cabelo rasta para conseguir bater o peso. Na luta, Straus se mostrou superior sem amarrar (uma de suas principais armas) e trocou porrada de igual pra igual com Curran, que tem na trocação sua principal arma. No segundo round, após franca trocação e um soco muito forte e veloz de Straus que passou no vazio, parece que ambos reconheceram o valor de cada um e se cumprimentaram - e daí pra frente a luta foi bem respeitosa e intensa, mas com Straus dominando todos os rounds. Até que, no final do quinto round, em um vacilo de Straus (que alguns chegaram a ver como "entrega de luta"), Curran conseguiu finalizá-lo com um mata-leão a 14 segundos do final da luta. O que mais impressionou foi o sorriso que Straus abriu e o abraço que ambos trocaram logo em seguida, ambos reconhecendo a diversão que foi pra eles, também a vitória de Curran e que a luta foi ótima.

KO do ano
Foi na 14ª edição do Warrior Challenge MMA, ou simplesmente WCMMA, em março na luta entre Mike Garret e Sam Heron. O chute a la Power Rangers disparado por Garret foi o único golpe da luta, e aos no máximo 2 segundos de luta, o juiz decretou final da luta - com Garret comemorando e Heron caído no chão. Dizem que é um novo recorde no MMA, de nocaute mais rápido. Tão impressionante que nem deixou espaço pro prêmio ser dividido.

SUB do ano
Ocorreu na edição 172 do UFC, na luta entre os norte-americanos Luke Rockhold e Tim Boetsch, o Barbarian. Rockhold pulou sobre Boetsch logo no começo do round e encaixou com as pernas um triângulo invertido no pescoço do Barbarian, que foi tentando daqui, dali e conseguiu encaixar uma histórica kimura numa posição improvável. Curiosamente, Rockhold não levou o prêmio de performance da noite no evento - acharam que a guilhotina funhanhenta de Joseph Benavidez sobre Tim Elliott foi melhor...

Empate/NC/desclassificação do ano
O empate de Houston Alexander VS Virgil Zwicker. Alexander foi tremendamente burro ao dar duas cabeçadas em Zwicker em rounds separados, e por causa disso saiu sem a vitória, que seria dele por 29 a 28. Simples assim. Mas foi lutão. Tem revanche marcada pra 2015 pr causa do resultado (e da cabeçada)... e Virgil Zwicker dessa vez levou, por decisão dividida.






Lutador do ano
Donald Cerrone. O cowboy vinha de uma carreira com altos e baixos sempre vencendo lutadores medianos e ruins mas perdendo para lutadores top. No começo do ano, ele veio a público dizer que estava falido financeiramente e que estava aceitando "qualquer luta". Curiosamente, essa falência deu uma tremenda injeção de ânimo nele, pois suas lutas contra Adriano Martins, Edson Barboza e Jim Miller renderam espetáculo e premiações da noite. Aliás, das cinco lutas (todas com vitória) dele em 2014, só a luta contra Eddie Alvarez que não foi premiada porque o evento teve a luta entre Yoel Romero e Tim Kennedy.






Lutador revelação do ano
Miles Jury. Ele chegou quieto e por ora até manso no TUF Live. Venceu o duro mexicano Akbarh Arreloa, foi a terceira escolha do Team Cruz depois do favorito Justin Lawrence e do bom Sam Sicilia, perdeu a primeira luta dentro da casa para o vice-campeão Al Iaquinta por SD e venceu Chris Saunders no evento final do TUF. De lá pra cá, bateu Michael Johnson (na época não era um nome forte da LW ainda mas estava em destaque por vencer Tony Ferguson e Danny Castillo), o vice-campeão do TUF 13 Ramsey Nijem, o vice-campeão do TUF 16 na WW Colton Smith e surpreendeu ao mostrar superioridade contra o vencedor MW do primeiro TUF Diego Sanchez. E completando o ano, oficialmente invicto, ainda bateu Takanori Gomi no Japão. Uma pena que ele começou o ano de 2015 tão mal, em uma vergonhosa atuação contra Donald Cerrone.[/b][/size]






Lutador decepção (aquele contratado como promessa mas que não fez nada demais) do ano
É, esse ano na verdade foi uma lutadora decepção. A japonesa Rin Nakai, na época invicta com 16-0-2, inicialmente era co-main event do Fight Night no Japão (encabeçado por Roy Nelson e Mark Hunt) e acabou indo parar no meio do card principal. E sua adversária, Miesha Tate, não teve quase dificuldade nenhuma contra Nakai, vencendo-a por decisão unânime. Pra quem era uma grande promessa pra categoria, desde esse Fight Night que Nakai não tem luta marcada e mal é citada nos sites especializados em MMA.

Evento do ano
Mesmo não ficando do jeito que foi planejado, foi o Bellator 120. O primeiro pay-per-view da franquia infelizmente não teve o final da trilogia entre Eddie Alvarez e Michael Chandler, mas teve 4 das 5 lutas com resultados inesperados: Blagoy Ivanov sendo finalizado por Alexander Volkov, Tito Ortiz com uma vitória "sem ser na cagada" contra Alexander Shlemenko em luta de peso casado, Will Brooks ficando com o cinturão interino após uma batalha de resultado controverso contra Michael Chandler e Rampage vencendo King Mo em resultado igualmente controverso. Além de uma inesperada finalização aplicada no russo Shahbulat Shamhalaev pelo brasileiro Fabricio Guerreiro. Desculpa UFC 178: chegou perto, mas não foi o bastante pra superar o Bellator 120.

Vitória do ano
Foi a de Joe Warren sobre Eduardo Dantas no Bellator 128, pela unificação dos cinturões linear e interino da BW do evento. Warren entrou praticamente derrotado, pois não era nem favorito, e ainda com a idade pesando contra (Warren com 37 e Dudu com 25). E numa demonstração de anulação de jogo, de garra, resistência, força de vontade e muita técnica de wrestling, a experiência superou a juventude por decisão unânime e ficou com o cinturão oficial da BW do Bellator enquanto Dudu só faltou chorar ainda dentro do octógono.

Derrota do ano
Sem sombra de dúvida foi a de Renan Barão para o norte-americano TJ Dillashaw. Barão apanhou por quatro rounds, provavelmente levou um 10-8 no primeiro, e no quinto ainda foi nocauteado. Poucas vezes vimos um campeão de categoria levar essa surra no UFC pelos 5 rounds, e coincidentemente os outros 2 também são brasileiros, Anderson Silva (Silva VS Sonnen I, mesmo vencendo o Spider apanhou demais) e Cigano (Velasquez VS Dos Santos II).






Aposentadoria do ano
Wanderlei Silva. Cachorro Louco vai deixar saudades no MMA - lutando, pelo menos, porque ele continua bem atuante nos bastidores.






Golpe (independente de ter sido KO, tentativa de SUB e de ter pêgo ou não) do ano
O chute ilegal de Joe Warren na cara de Dudu Dantas, no quinto round da disputa de cinturão no Bellator 128. Ambos estavam em uma posição extremamente incomum para o MMA (Warren prensado na grade e Dantas quase de ponta-cabeça) e Warren acertou uma bela de uma canelada na cara, que na hora abriu o supercílio. Naquela posição, nem um congresso inteiro de videntes e profetas ia conseguir prever esse golpe. Foi considerado ilegal porque Dudu estava praticamente com a cabeça no chão, o que caracterizou posição de 3 ou mais apoios.






Bomba do ano
Mas sem sombra de dúvidas, foi a briga entre Chael Sonnen e Wanderley Silva dentro do TUF Brasil 3. Uns dizem que a briga foi pra valer, outros dizem que foi tão falsa quanto El Torito VS Hornswoggle na WWE. O resultado de tudo isso foi Sonnen com a testa sangrando, Dana White dando esporro nos dois e expulsando do programa André Amade, o Dida, e falando que ele deveria ser preso.






Round do ano
Foi o round 1 da luta entre Kalindra Faria e Sana Sucevic pela 4ª edição internacional do XFC. Pouco badalada por ser em um evento ainda de pouca expressão, a luta entre a sérvia e a brasileira foi cheia de reviravoltas e seguramente uma das lutas do ano, mas o primeiro round foi o round do ano.

Decepção (momento decepção no MMA, independente do que tenha sido) do ano
Maurício Shogun Rua. É duro ver uma lenda do PRIDE não vencer uma luta no ano, ainda mais sofrendo dois nocautes técnicos tendo um dos queixos mais duros do MMA. Shogun ainda vai, em 2015, treinar leves e galos no TUF Brasil 4 com adversário a ser definido - já que o outro técnico será Anderson Silva - mas eu, pessoalmente, nem faria uma luta de despedida. Deixou de ser o dono do queixo mais duro do MMA quando foi nocauteado por Ovince St. Preux, deixou de ser um lutador quase imbatível quando, em 2012, tomou o primeiro 30-26 de sua carreira, e deixou de ser o cara que nunca perde uma revanche quando perdeu a segunda luta para Dan Henderson.






Garfo do ano
Diego Sanchez VS Ross Pearson. Desculpa, mas não teve jeito do americano ter ganhado.

Pior luta do ano
Uma das lutas que quase estragaram o UFC 178, um dos melhores eventos desse ano, era também uma promessa de luta boa. Mas o embate entre os meio-médios John Howard e Brian Ebersole foi vaiado pelo público e considerado um dos piores de 2014. Ironicamente, as três lutas que eram apontadas como as que iam derrubar o card se terminassem na decisão (Stephen Thompson VS Patrick Côté, Kevin Lee VS Jon Tuck e Jorge Masvidal VS James Krause) nada tiveram de ruim.






Momento WTF do ano
Foi a revanche entre Michael Chandler e Will Brooks no Bellator 131. Em dado momento do quarto round, quando a contagem estava mais ou menos em 29-28, 29-28 e 28-29 para Brooks, Chandler dá um golpe, toma outro e levanta sinalizando que não, como se quisesse pedir para esperar um pouco. Porém, nas regras unificadas do MMA, isso equivale ao lutador dar os 3 tapinhas de desistência. Ninguém sabe se Chandler estava tentando se desculpar por um golpe que ele julgava ter sido baixo, se ele desconhecia essa regra ou o que - o fato é que Brooks continuou golpeando e venceu a luta. E nem Chandler, que devia estar meio grogue na hora, sabe explicar o que foi aquilo. Mas nós sabemos - foi o momento WTF do ano.






Zebra do ano
Foi a luta de pesados entre Derrick Mehmen, o Caveman, e Smealinho Rama, o Prince. Mehmen vinha de um dos nocautes do ano em 2013 sobre Rolles Gracie e com uma seqüência de seis vitórias desde que saiu do Strikeforce. Enquanto Rama vinha de 3 vitórias após perder a chance de ser campeão do MFC quando foi nocauteado por Anthony Hamilton. Mehmen era o favorito, mas Rama manteve a calma, esperou o momento certo e, com precisão, nocauteou Mehmen ainda no primeiro round e se tornou o primeiro campeão HW do WSOF.

Personalidade do ano
Conor McGregor. O irlandês falou demais (até imaginou lesbianismo no primeiro TUF feminino), mas tudo o que prometeu, cumpriu. Seu alvo preferido no momento é o campeão FW José Aldo, mas pra enfrentar o brasileiro, McGregor vai precisar enfrentar um alemão, Dennis Siver. E enfrentou. E venceu. E continuou dando uma de louco. Agora é epserar o UFC 187, onde foi marcada a disputa de cinturão entre os dois, pra ver se McGregor entra para a história como o cara que acabou com a invencibilidade de José Aldo, ou se ele vai entrar pra história simplesmente como o "Chael Sonnen irlandês".






Árbitro do ano
Mike Beltran. Sem sombra de dúvidas, o árbitro mais estiloso de todos os tempos, com aquele bigodão de Dr. Robotnik o arqui-inimigo do Sonic. Uma pena que nem sempre ele está nos mais importantes eventos...






Pesagem do ano
A final do TUF feminino. Digam o que quiserem das moças que lutam - que lugar de mulher não é lutando, que a maioria é lésbica, que elas não fazem lutas empolgantes, que têm medo de quebrar a unha... mas apesar de não ser a intenção inicial, a pesagem do evento parecia desfile de modelos em trajes de banho. E as encaradas foram um show à parte. Pena que o evento demonstrou pouca qualidade técnica por parte de algumas lutadoras, mostrando que mesmo quem não quer ou não gosta de ser machista tem que admitir que as moças ainda precisam aprender (muito) com o MMA masculino...






Encarada do ano
Qualquer uma do UFC 181. O evento foi marcado por encaradas tensas, tentativas de brincadeira que não foram bem vistas e deu um bom termômetro do que seria o evento.






Poster do ano
UFC 181. Em parceria com a DC Comics, foi feito um pôster do evento em forma de capa de gibi, com Robbie Lawler e Johny Hendricks lutando em primeiro plano e em segundo plano Anthony Pettis contra Gilbert Melendez. Se Chris Weidman não tivesse se lesionado, ele estaria no pôster com Vitor Belfort. Aliás, no pôster do ano. Pena que de lá pra cá, a turma responsável pelos pôsters parece estar sendo chefiada por alguém de péssimo gosto...






Treinador do ano
Ele não foi o treinador mais badalado do ano e nem mesmo teve os holofotes em cima de si como Greg Jackson, Duke Roufus ou Rafael Cordeiro, mas um nome que esteve por trás de importantes títulos esse ano foi o do carismático e chamativo gordinho japonês Colin Oyama - responsável pelo treinamento da primeira campeã WSW do UFC Carla Esparza e pelo treinamento do possível próximo campeão FLY do UFC, Ian McCall.

Academia do ano
American Kickboxing Academy, ou só AKA, fica com o título de academia do ano. Um time que conta com grandes lutadores de hoje e outrora como Cain Velasquez, Daniel Cormier, Luke Rockhold, Josh Koscheck, Jon Fitch e Josh Thomson merece e merece demais esse título.

Lesão do ano
A lesão de José Aldo. Por causa dela, houve o segundo cancelamento de evento inteiro no UFC, o 176. O primeiro evento cancelado - por causa de lesão também - foi o 151. E infelizmente, com esse segundo cancelamento, se abriram precedentes para outros eventos serem cancelados com a mesma facilidade. Sem contar que esse foi o segundo evento que Aldo dsfalcou por causa de lesão - o UFC 153 também tinha ele como main event e quem no final das contas virou main event foi a luta, há menos de um mês do evento, foi a luta casada às pressas entre Stephan Bonnar e Anderson Silva.

Arregada do ano
Falem o que quiser, mas depois de tanta falação entre Cristiane Cyborg e Ronda Rousey, o papo da brasileira não descer de peso por culpa de lesão não convenceu. Mas pelo ensaio sensual, Cyborgona (suspiros) está perdoada.






Campeão do ano
Emanuel Newton. Dá gosto de ver o Hardcore Kid lutando, suas lutas sempre possuem resultado inesperado e deixam o espectador com o coração na boca o tempo todo, no maior estilo "agora ele perdeu" - aí ele vira a luta e ganha. Um cara que sempre lutou desse jeito, apesar de suas lutas serem bem mais empolgantes que a de Newton, era o lendário Fedor Emelianenko.






Momento "fiquei sem saber o que opinar" do ano
Foi protagonizado pelo UFC ao declarar que, a partir de meados de 2015, a Reebok será a única patrocinadora dos atletas do UFC quando no octógono. A alegação principal é de que muitos atletas não se focam como deveriam no treinamento por causa da busca por patrocínios e esse dinheiro entra como ajuda de custo, além do fato que os lutadores podem exibir tranqüilamente seus patrocinadores fora do UFC. Porém, como estamos falando da Zuffa, soa mais como outra tentativa de monopólio - apesar de ter muito lutador apoiando, mesmo os que já possuem muitos patrocínios. Vai começar a valer em julho de 2015, é esperar pra ver.

Entrada do ano
David Rickels no Bellator 113. Conhecido como Caveman (Homem das Cavernas), Rickels sempre entra vestindo trapos e carregando um tacape e já entrou inclusive dirigindo um carro dos Flinstones. No Bellator 113, pra lutar contra Patrick Pitbull, entrou puxando um velociraptor animatrônico. Pena que a produção de nada adiantou pra luta, pois Rickels tomou um nocaute avassalador no começo do segundo round.






Momento jurídico do ano
O prêmio vai para o processo que alguns lutadores estão movendo contra a Zuffa e o UFC por causa do monopólio que a empresa acaba impondo ao esporte. Ao contrário dos uniformes da Reebok, que dividiu completamente opiniões, são poquíssimos os lutadores que estão se declarando a favor da empresa. A ação planeja processar a gigante do MMA em 100 milhões de dólares baseada na lei Sherman Antitruste que garante concorrência entre as empresas norte-americanas e que evita que empresas fiquem grandes a ponto de ditar as regras do mercado de atuação. Os principais nomes encabeçando esse processo são Jon Fitch, Cung Le, Nate Quarry, Carlos Newton e Dennis Hallman, e nos históricos de processos baseados nessa lei, outras gigantes já se deram muito mal, entre elas a Standard Oil Company, uma gigante do petróleo entre as últimas décadas do século 19 e as primeiras do século 20 e que foi obrigada a ser dividida em 34 empresas menores, e a Microsoft de Bill Gates. Agora é esperar pra ver onde esse processo vai chegar e o quanto isso vai influenciar no esporte, independente do resultado.






Momento "falou demais e falou boishta" do ano
Esse ano o prêmio vai para a lutadora transexual Fallon Fox - e decidam por si mesmos se ela merece ou não... "Só vou postar esta foto para dizer que Ashlee Evans Smith se engasgou esta noite no primeiro round do UFC. Você sabe o que quero dizer... estão prontos? GO! Só estou dizendo... Quero saber o que ela vai dizer sobre as vantagens que Raquel tem. Porque eu acho que ela diria que são enormes. E não se preocupem... Ela vai viver... Ela só foi sufocada. Depois que ela me derrotou, Ashlee insinuou que eu era perigosa demais para lutar com outras mulheres. Mas ela conseguiu bater a grande Fallon Fox! Então, ela vai e é sufocada no primeiro round de sua estreia no UFC... Então, o que isso faz de Raquel Pennington?"






Luta mal-casada (independente de ter acontecido ou não) do ano
Foi um ano cheio de lutas "estranhas" como a de Tyron Woodley vindo de derrota para Rory MacDonald ser escalado para enfrentar Dong Hyun Kim em uma ótima seqüência de vitórias, mas Nate Marquardt VS James Te Huna levou o título. Te-Huna, antigamente um dos bicho-papões da LHW, vinha em excelente fase até perder para Glover Teixeira (que não é demérito nenhum) e depois perder para Shogun em uma zebra histórica. Enquanto Marquardt, antigamente um dos bicho-papões da MW, vinha num incursada complicada pela WW que começou com ele sendo demitido do UFC quando ia descer de categoria em 2011, a comquista (na cagada) do cinturão WW do Strikeforce antes de perdê-lo no último evento da liga e sofrendo nocautes para Hector Lombard e Jake Ellenberger. Pois bem, em atitude estranha, Te-Huna desce para a MW e Marquardt sobe de volta pra mesma categoria, protagonizando um Fight Night na Nova Zelândia, casa de Te-Huna. Mas ele perdeu por finalização.






Trollada do ano
Khabib Nurmagomedov zuando Rafael dos Anjos usando Rafaelo, o Ferrero Rocher de chocolate branco:


Frase do ano
"Eu adoraria não pagar vocês para lutarem!" Dana White, via teleconferência, durante o esporro em Wanderley Silva e Chael Sonnen no TUF Brasil 3.

Decisão, nocaute e... 3 quedas na água?
Um assunto que merece ser lembrado de 2014 foi o evento japonês Ganryujima, que planeja disputas de MMA sem finalização e numa arena circular sem grades, envolta em água, e 3 quedas na água na mesma luta constaria derrota. Por ser coisa de japonês, ((in)felizmente) é coisa séria. Mas renderia muita piada se fosse mais comentado.






Ultimate Fighting... Wrestling Entertainment?
Não é de hoje que alguns astros da luta livre profissional, o telecatch, andam se aventurando pelo MMA. Foi assim com Ken Shamrock, Brock Lesnar, Bobby Lashey (embora não no UFC) e agora, CM Punk. Mas ao contrário de seus ex-companheiros de WWE - que inclusive foram campeões do UFC (menos Lashey, que foi campeão do Shark Fights), todos entraram para as grandes ligas de MMA já com um certo background de artes marciais, enquanto Punk, agora Phil Brooks, está entrando meio que com a cara e a coragem.

2014, o ano das lesões
É sabido que algumas lesões até melhoram o evento quando aparecem, mas de todos os 46 eventos do UFC esse ano, apenas quatro permaneceram iguais sem serem desfalcados por lesão: TUF 19 Finale, UFC 174, Fight Night Kim VS Hathaway e o Fight Night Edgar VS Swanson. Uma média (horrível) de apenas um evento sem desfalque por lesão a cada onze com lesões. Entre os que mais ficaram marcados, o UFC 180, que abriu inclusive cinturão interino para a HW, os mudados em cima da hora UFC 177 e Shogun VS St. Preux, o cancelado UFC 176, o 178 que mesmo sendo um dos eventos do ano ficou bem longe do que tinha sido planejado, e o primeiro evento do ano, o Fight Night entre Tarec Saffiedine e Hyun Gyu Lim, que entrou substituindo Jake Ellenberger. No Bellator a coisa não foi muito diferente, mas não teve uma média tão ruim quanto essa.

E enquanto o UFC tá indo bem no Bellator...
2014 está sendo um ano bem positivo para ex-lutadores do UFC. Rampage ganhou o GP LHW e protagonizou o primeiro pay-per-view do evento, Rameau Thierry Sokoudjou teve duas vitórias, Tamdan McCrory voltou da aposentadoria de forma espetacular, Cheick Kongo disputou cinturão, Joey Beltran também, Karo Parisyan teve boas lutas, Tito Ortiz e Stephan Bonnar protagonizaram o UFC 131...

O Bellator não tá indo tão bem no UFC...
Fora algumas lutas boas de Ben Saunders e de Hector Lombard, os ex-Bellator tiveram bastante dificuldades em 2014 dentro do UFC. Entre outros, Eddie Alvarez perdeu a luta de estréia para Donald Cerrone e Zach Makovsky vinha bem na FLY até perder para Jussier Formiga.

Quem tem motivos pra lembrar pra sempre de 2014?
* Dominick Cruz, que muitos não acreditavam que iria voltar a lutar, e retornou em grande estilo no UFC 178
* WSOF, que se consolidou de vez como o terceiro evento mais importante de MMA do mundo, atrás apenas do UFC e do Bellator
* One FC, que se consolidou de vez como o quarto evento mais importante de MMA do mundo, atrás apenas do UFC, do Bellator e do WSOF
* Metamoris, que virou um dos principais eventos de grappling do mundo, colocando lutadores de MMA contra os grapplers do ADCC
* Herica Tiburcio, que ninguém esperava que venceria a campeã peso-átomo do Invicta FC Michelle Waterson e, além de vencer, se tornou a mais jovem lutadora a conquistar um cinturão no evento, com 21 anos.
* Patrício Freire, o Pitbull, que insistiu bastante e finalmente conseguiu o cinturão FW do Bellator.
* American Top Team, que finalmente conseguiu um cinturão do UFC.

E quem tem motivos para esquecer 2014?
* Nova União, que perdeu quase todos os seus cinturões. Primeiro Renan Barão, depois Dudu Dantas e por último quase o de José Aldo
* Alexander Shlemenko, que apagou no mata-leão quando tentou defender o cinturão contra Brandon Halsey
* Cain Velasquez, que se lesionou e dessa vez botaram cinturão interino na categoria e com o aviso: se não voltar até março adeus cinta
* Yushin Okami, que saiu do UFC e foi como promessa de cinturão pro WSOF e tomou um tremendo atraso de David Branch
* Cesar Graie Jiu Jitsu, que acumulou duas derrotas marcantes com Gilbert Melendez e Nate Diaz
* E claro, a seleção brasileira que tomou 7 a 1 e passou vergonha sediando copa do mundo em casa. Chupa, brasileirada que se endividou por causa de futebol!

2014 acabou. O que continua igual?
* UFC ainda é a maior liga de MMA do mundo.
* E Dana White continua tentando fazer do UFC um império.
* Mas praticamente todos os lutadores do mundo continuam sonhando com o UFC.
* Bellator continua com o segundo lugar - mas se fosse uma maratona, dava tempo do UFC parar, dar uma mijada, comer e beber alguma coisa, paquerar a garçonete, dar uma rapidinha com ela, se alongar de novo... e o Bellator ainda não ia ter alcançado.
* José Aldo continua campeão. Mas foi por pouco.
* Fedor Emelianenko continua aposentado. Mas ainda deixa uma pontinha de esperança sobre sua volta.
* Dilma Rousseff continua presidente do Brasil. Mas também foi por pouco.
* E o Willian continua sendo nosso eterno virgem (aparece, cabra safado!).

E uma foto que resume bem o ano de 2014
Donald Cerrone mostrando o dedo do meio, Carlos Condit parecendo, segundo Dana White, Marcus Luutrell de “Lone Survivor” (e parece mesmo), uma garota falando ao celular parecendo que está soprando um bafômetro e Tim Kennedy, em calças justas a ponto de quase serem apertadas, sorrindo com a maior cara de mágico de festa de criança.


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GSP, mesmo não sendo mais campeão, vai derrotar qualquer um que aparecer. Ele perderá quando enfrentar Matt Brown porque perdeu pra Hughes e Serra.

Carlos Condit rumo à cinta da WW! Lawler VS Condit II pra ontem!

Status atual: torcendo pra criarem a categoria cruzador (até 106kg ou 235lbs) no UFC porque é muita diferença de peso entre LHW e HW, pro UFC abrir mais categorias femininas e pro UFC voltar a ter concorrentes de peso tipo o WEC, o PRIDE e o Strikeforce. Ray Sefo e Scott Coker, tamo junto! Reebok, pro inferno!

Khabib Nurmagomedov será o primeiro campeão russo do UFC. Isso é, se o UFC for justo e ele deixar de ser de vidro.

TUF de FLYs, aí sim!

MMA é o esporte mais previsível onde imprevistos acontecem, porque não importa se a luta é entre Matt Hamill e Ryan Bader ou entre Rashad Evans e King Mo, ou então entre Fedor Emelianenko e Joe Kavey ou entre Jon Jones e Craig Allen: fechou o cage, qualquer um dos dois pode ganhar.
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Frank, você colocou tantas coisas, que é difícil opinar. rs


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VOLTA, WILLIAN!
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Smasher escreveu:Frank, você colocou tantas coisas, que é difícil opinar. rs
Do mesmo jeito que no ano passado, eu fiz baseado numa matéria que vi numa playboy de final de ano - possivelmente do ano 2000. Esse ano tá maior mesmo, mas segui praticamente a mesma lógica do ano passado.

Mas enfim, qualquer coisa comenta só o que você discorda... rindo rindo rindo rindo rindo


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GSP, mesmo não sendo mais campeão, vai derrotar qualquer um que aparecer. Ele perderá quando enfrentar Matt Brown porque perdeu pra Hughes e Serra.

Carlos Condit rumo à cinta da WW! Lawler VS Condit II pra ontem!

Status atual: torcendo pra criarem a categoria cruzador (até 106kg ou 235lbs) no UFC porque é muita diferença de peso entre LHW e HW, pro UFC abrir mais categorias femininas e pro UFC voltar a ter concorrentes de peso tipo o WEC, o PRIDE e o Strikeforce. Ray Sefo e Scott Coker, tamo junto! Reebok, pro inferno!

Khabib Nurmagomedov será o primeiro campeão russo do UFC. Isso é, se o UFC for justo e ele deixar de ser de vidro.

TUF de FLYs, aí sim!

MMA é o esporte mais previsível onde imprevistos acontecem, porque não importa se a luta é entre Matt Hamill e Ryan Bader ou entre Rashad Evans e King Mo, ou então entre Fedor Emelianenko e Joe Kavey ou entre Jon Jones e Craig Allen: fechou o cage, qualquer um dos dois pode ganhar.
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