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De um “Zé Ninguém” para um contender, Dustin Jacoby no meio de uma transição bem sucedida do MMA para o Kickboxing

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De um “Zé Ninguém” para um contender, Dustin Jacoby no meio de uma transição bem sucedida do MMA para o Kickboxing

Dustin Jacoby tentou o Kickboxing na manha. Ele foi um substituto de última hora de um atleta lesionado a caminho de um torneio do GLORY em fevereiro de 2013.

O vencedor do torneio de oito homens em um única noite em Oklahoma ganharia uma chance em um futuro evento do GLORY. Mas isso pareceu ser uma longa jornada para Jacoby que nunca havia lutado no kickboxing profissional na vida. Além disso, seu oponente nas quartas de final foi Randy Blake, o então campeão do ISKA.
Então, Jacoby foi lá e nocauteou Blake e seus outros dois oponentes. De reprente, Jacoby, um bom striker no MMA, tornou-se um kickboxer da noite para o dia. Pelo menos foi isso que ele pensou.

Antes de competir no GLORY pela primeira vez, Jacoby foi à Holanda treinar na Academia Hemmers. Seus treinadores e parceiros de treino estavam felizes por ele. Com uma ressalva.

“Muitos desses caras assistiram o caminho para o GLORY e diziam, ‘Foi muito legal e você foi muito bem, mas aquilo foi uma merda, cara,’ Jacob afirmou. Aquilo não foi um bom Kickboxing.”



Jacoby aprendeu rapidamente que ser bom na trocação no MMA não é o mesmo que ser da elite no Kickboxing competitivo.

“Eu estava treinando com os lutadores classes C e B deles”, disse Jacoby. “Conheço vários caras bons do MMA e esses caras na Holanda são considerados kickboxers amadores que quando partem para a trocação estão em um nível completamente diferente daqueles incríveis lutadores profissinais de MMA.”

A curva de aprendizado foi íngrime. Jacoby perdeu cinco das seis lutas seguintes no Kickboxing profissional depois do torneio a caminho para o GLORY. Mas agora, ele venceu três consecutivas e se tornou uma atração americana nos cards do GLORY.

O mercado do Kickboxing já chegou aos Estados Unidos, também. Semana passada, Scott Coker anunciou o advento do Bellator Kickboxing, uma ramificação do seu produto Bellator MMA. Jacoby disse que já foi contactado pelo proprietário da promoção da Viacom e pode lutar lá no futuro.

“Estou chegando em um ponto agora onde não quero lutar para sempre. O que faz muito sentido. Onde quer que eu possa ir e sustentar minha família financeiramente,” afirmou Jacoby.

Existiam certamente críticos no momento imaginando como um lutador de MMA poderia relamente competir com kickboxers da elite. Alguns ainda existem. Jacoby escolhe ignorá-los e ele está colhendo os benefícios.

“Se eu escutasse o que todos diziam, seria somente caos. Você não pode ouvir o que os outros têm a dizer. Se eu ouvisse o que as outras pessoas falam, eu teria me aposentado há dois ou três anos.”

http://mmapremium.com.br/49504/de-um-ze-ninguem-para-um-contender-dustin-jacoby-no-meio-de-uma-transicao-bem-sucedida-do-mma-para-o-kickboxing/


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