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Anderson Silva? Nada! Conheçam Euclides Pereira, o maior brasileiro (no MMA) de todos os tempos.

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Euclides Pereira, o maior de todos

O lutador foi a maior lenda do TV Ringue Torre. Foram mais de 500 lutas sem conhecer a derrota

Publicado em 14/10/2012, às 20h27
Marcelo Sá Barreto e Wagner Sarmento


Imagine alguém fazer mais de 500 lutas e não perder uma vez sequer. Pense em como um homem de apenas 72kg pode subjugar oponentes com quase o dobro do peso. Reflita se é possível um jovem entrar nas artes marciais mistas por acaso e se tornar uma lenda do esporte. Euclides Pereira, 70 anos, a maior estrela que pisou no TV Ringue Torre, escreveu a história do improvável. Meio século antes da aclamação de Anderson Silva como maior nome do UFC, este pedaço de terra chamado Brasil se rendeu ao talento de Euclides.

O lutador nasceu em Currais Novos (RN), perdeu os pais ainda menino e, aos 8 anos, mudou-se para Caruaru. Foi morar no Recife com 15. Matriculou-se no Colégio Salesiano, onde passou a estudar para ser marceneiro. Durou pouco. “Eu era muito brigão. Os padres não aguentaram e acabei expulso”, diverte-se. Euclides passou a se virar como auxiliar de serviços gerais, até que conseguiu emprego como mensageiro do Hotel Boa Viagem e se estabeleceu numa pensão na Rua Nova. Defronte da pousada funcionava uma academia. O instinto ganhou guarida. Euclides olhou, ficou curioso e começou a treinar jiu-jítsu. Nunca mais parou.

Menos de um mês depois, o TV Ringue Torre estreava, patrocinado pelo Cotonifício da Torre, que tinha Euclides como segurança. Pediram para que ele fizesse uma exibição no programa inaugural. A promessa era que a luta seria ensaiada, apenas para divertir o público. Euclides dividiria o ringue com um colega de treino. Mas o “teatro” só durou um round. No intervalo, cochicharam que, a partir dali, o duelo seria franco. Sem script. Euclides, aos 17 anos, nem teve tempo de dizer não. Voltou à jaula e só saiu dali após finalizar seu adversário com uma guilhotina.
O anônimo Euclides saía de cena. Nascia, em 1960, no Clube Português, o Diabo Louro.

Ele logo passou a se dedicar a outras artes marciais: aprendeu boxe, capoeira, luta olímpica e judô. “O que se faz hoje no UFC eu já fazia 50 anos atrás”, assinala. Treinava das 8h ao meio-dia. Saía voando para meio expediente numa seguradora e, no fim da tarde, “ainda ia bater saco”. Tinha que se equilibrar entre um trabalho de carteira assinada e o ofício de lutador, que o dinheiro da luta-livre era pouco. Quando a fama ficou maior que a necessidade, ele largou o emprego. Foi viver de lutar. Sobreviver.

O Diabo Louro passou a somar vitórias. Quase todas as segundas-feiras, estava lá, sendo desafiado por adversários de todos os tamanhos. A fama batia à porta. “O povo todo me conhecia. Sempre que eu andava na rua, o pessoal chegava para falar, pedir autógrafo, tirar foto”, conta. De uma timidez indisfarçável, matuto mesmo, Euclides nunca gostou de assédio. Odiava os flashes, as entrevistas, as capas de jornal. Da plateia do Ringue Torre às telas de TV, Pernambuco ganhava um ídolo, o Nordeste aplaudia junto, o resto do Brasil olhava de lado e duvidava. Era Davi contra uma legião de Golias. Um galego franzino com fama de imbatível. Incomodava.

Pelo TV Ringue, fez mais de 100 lutas sem jamais ser derrotado. O programa acabou em 1966, mas ele não. Arrumou as malas e foi desbravar outras terras. Botou na cabeça que seu destino seria a recém-inaugurada Brasília. Sem dinheiro, talvez a única coisa que a fama não lhe deu, pingava de cidade em cidade arrumando lutas. Vagueou assim até chegar a Salvador, lugar que mudaria sua vida.


Foi lá onde ele conheceu seu grande amor. Abandonou a fama de namoradeiro e fincou território no coração de Vânia Simões, com quem se casou em 1968. Apaixonada, ela virou esposa, empresária, bilheteira, torcedora. Num combate contra o baiano King Kong, duas vezes mais pesado, a mulher achou que a invencibilidade do marido chegaria ao fim: “Pensei: ‘hoje ele morre’”. Euclides apanhou até não poder mais, mas derrubou o oponente e emendou uma sequência de socos que obrigou o árbitro a encerrar a luta. King Kong não aceitou a derrota e pulou nas costas do Diabo Louro. A confusão foi acabar na polícia.

Em Salvador, ele fez a sua luta mais épica. Enfrentou, em 1969, Carlson Gracie, considerado o melhor do Brasil. O embate lotou a Fonte Nova, sinal de que o MMA já arrastava multidões. Foram seis rounds de cinco minutos, e o Diabo Louro venceu por pontos. “Carlson tinha fama de imbatível, mas eu não deixei ele respirar. Os Gracie tentaram esconder a derrota lá no Rio. Ainda propus uma revanche, mas ficou na vontade. Ninguém quis”, lembra. Foi a única derrota de Carlson. Foi o triunfo que catapultou o Diabo Louro à condição de mito.

Euclides e Vânia foram para Brasília em 1972. Mas a consagração não livrou o lutador da penúria. As vitórias somadas não lhe renderam fortuna. Longe disso. O homem imbatível nos ringues foi à lona da vida. Tinha promessa de emprego como segurança no Senado, mas chegou em pleno recesso. Foi obrigado a esperar e o dinheiro que tinha dava para quase nada. Alugou um quartinho e nem recorda por quantas luas teve de dormir no chão. Colchão não havia. Deitavam sobre jornais velhos, folhas que estampavam as glórias de um campeão abandonado.

Só lutar não bastava. Euclides passou a dar aula numa academia em Goiânia. Saía ainda de madrugada e enfrentava todos os dias 200 km de estrada. Meses depois, comprou um barraco em Taguatinga (DF). Vânia abriu um salão de beleza, uma pequena confecção de roupas e o comércio foi dando ao casal a dignidade que o vale-tudo jamais dera. “Tive muitas chances, mas o dinheiro nunca passava na minha mão. Eu era bicho do mato. Fazia contrato de boca e acabava explorado. Dei tudo ao vale-tudo, mas o vale-tudo, que era minha vida, nunca me deu nada”, lamenta.

O Diabo Louro lutou 530 vezes sem jamais perder. O mais perto que se viu de uma derrota foi em 1979, já com 37 anos, no duelo contra Rei Zulu. Quase desistiu quando sofreu um estrangulamento, mas conseguiu se livrar e derrotou o adversário aplicando uma gravata. Aposentou-se da luta livre aos 40 anos, contra Hércules. Quebrou um dedo, mas fechou as cortinas com a mesma arma usada na primeira luta: uma guilhotina.

Quando olha o presente, a pompa que cerca o UFC, Euclides sonha. Acha que nasceu no tempo errado. “Hoje ser lutador é como ser jogador de futebol. É o sonho de muitos. Em uma luta no UFC, o cara ganha o que eu não ganhei a vida toda. Mas eu não tenho inveja. Fico feliz. O MMA só é o que é hoje porque eu coloquei os primeiros tijolos”, gaba-se ele, aposentado pelo Senado e que recebeu a reportagem em sua casa humilde, mas espaçosa, em Riacho Fundo, a 18 km de Brasília.

Fonte: http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/esportes/outros-esportes/noticia/2012/10/14/euclides-pereira-o-maior-de-todos-59981.php

OBS: vale a pena ver os vídeos dessa lenda viva.


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Smasher escreveu:Euclides Pereira, o maior de todos

O lutador foi a maior lenda do TV Ringue Torre. Foram mais de 500 lutas sem conhecer a derrota

Publicado em 14/10/2012, às 20h27
Marcelo Sá Barreto e Wagner Sarmento


Imagine alguém fazer mais de 500 lutas e não perder uma vez sequer. Pense em como um homem de apenas 72kg pode subjugar oponentes com quase o dobro do peso. Reflita se é possível um jovem entrar nas artes marciais mistas por acaso e se tornar uma lenda do esporte. Euclides Pereira, 70 anos, a maior estrela que pisou no TV Ringue Torre, escreveu a história do improvável. Meio século antes da aclamação de Anderson Silva como maior nome do UFC, este pedaço de terra chamado Brasil se rendeu ao talento de Euclides.

O lutador nasceu em Currais Novos (RN), perdeu os pais ainda menino e, aos 8 anos, mudou-se para Caruaru. Foi morar no Recife com 15. Matriculou-se no Colégio Salesiano, onde passou a estudar para ser marceneiro. Durou pouco. “Eu era muito brigão. Os padres não aguentaram e acabei expulso”, diverte-se. Euclides passou a se virar como auxiliar de serviços gerais, até que conseguiu emprego como mensageiro do Hotel Boa Viagem e se estabeleceu numa pensão na Rua Nova. Defronte da pousada funcionava uma academia. O instinto ganhou guarida. Euclides olhou, ficou curioso e começou a treinar jiu-jítsu. Nunca mais parou.

Menos de um mês depois, o TV Ringue Torre estreava, patrocinado pelo Cotonifício da Torre, que tinha Euclides como segurança. Pediram para que ele fizesse uma exibição no programa inaugural. A promessa era que a luta seria ensaiada, apenas para divertir o público. Euclides dividiria o ringue com um colega de treino. Mas o “teatro” só durou um round. No intervalo, cochicharam que, a partir dali, o duelo seria franco. Sem script. Euclides, aos 17 anos, nem teve tempo de dizer não. Voltou à jaula e só saiu dali após finalizar seu adversário com uma guilhotina.
O anônimo Euclides saía de cena. Nascia, em 1960, no Clube Português, o Diabo Louro.

Ele logo passou a se dedicar a outras artes marciais: aprendeu boxe, capoeira, luta olímpica e judô. “O que se faz hoje no UFC eu já fazia 50 anos atrás”, assinala. Treinava das 8h ao meio-dia. Saía voando para meio expediente numa seguradora e, no fim da tarde, “ainda ia bater saco”. Tinha que se equilibrar entre um trabalho de carteira assinada e o ofício de lutador, que o dinheiro da luta-livre era pouco. Quando a fama ficou maior que a necessidade, ele largou o emprego. Foi viver de lutar. Sobreviver.

O Diabo Louro passou a somar vitórias. Quase todas as segundas-feiras, estava lá, sendo desafiado por adversários de todos os tamanhos. A fama batia à porta. “O povo todo me conhecia. Sempre que eu andava na rua, o pessoal chegava para falar, pedir autógrafo, tirar foto”, conta. De uma timidez indisfarçável, matuto mesmo, Euclides nunca gostou de assédio. Odiava os flashes, as entrevistas, as capas de jornal. Da plateia do Ringue Torre às telas de TV, Pernambuco ganhava um ídolo, o Nordeste aplaudia junto, o resto do Brasil olhava de lado e duvidava. Era Davi contra uma legião de Golias. Um galego franzino com fama de imbatível. Incomodava.

Pelo TV Ringue, fez mais de 100 lutas sem jamais ser derrotado. O programa acabou em 1966, mas ele não. Arrumou as malas e foi desbravar outras terras. Botou na cabeça que seu destino seria a recém-inaugurada Brasília. Sem dinheiro, talvez a única coisa que a fama não lhe deu, pingava de cidade em cidade arrumando lutas. Vagueou assim até chegar a Salvador, lugar que mudaria sua vida.


Foi lá onde ele conheceu seu grande amor. Abandonou a fama de namoradeiro e fincou território no coração de Vânia Simões, com quem se casou em 1968. Apaixonada, ela virou esposa, empresária, bilheteira, torcedora. Num combate contra o baiano King Kong, duas vezes mais pesado, a mulher achou que a invencibilidade do marido chegaria ao fim: “Pensei: ‘hoje ele morre’”. Euclides apanhou até não poder mais, mas derrubou o oponente e emendou uma sequência de socos que obrigou o árbitro a encerrar a luta. King Kong não aceitou a derrota e pulou nas costas do Diabo Louro. A confusão foi acabar na polícia.

Em Salvador, ele fez a sua luta mais épica. Enfrentou, em 1969, Carlson Gracie, considerado o melhor do Brasil. O embate lotou a Fonte Nova, sinal de que o MMA já arrastava multidões. Foram seis rounds de cinco minutos, e o Diabo Louro venceu por pontos. “Carlson tinha fama de imbatível, mas eu não deixei ele respirar. Os Gracie tentaram esconder a derrota lá no Rio. Ainda propus uma revanche, mas ficou na vontade. Ninguém quis”, lembra. Foi a única derrota de Carlson. Foi o triunfo que catapultou o Diabo Louro à condição de mito.

Euclides e Vânia foram para Brasília em 1972. Mas a consagração não livrou o lutador da penúria. As vitórias somadas não lhe renderam fortuna. Longe disso. O homem imbatível nos ringues foi à lona da vida. Tinha promessa de emprego como segurança no Senado, mas chegou em pleno recesso. Foi obrigado a esperar e o dinheiro que tinha dava para quase nada. Alugou um quartinho e nem recorda por quantas luas teve de dormir no chão. Colchão não havia. Deitavam sobre jornais velhos, folhas que estampavam as glórias de um campeão abandonado.

Só lutar não bastava. Euclides passou a dar aula numa academia em Goiânia. Saía ainda de madrugada e enfrentava todos os dias 200 km de estrada. Meses depois, comprou um barraco em Taguatinga (DF). Vânia abriu um salão de beleza, uma pequena confecção de roupas e o comércio foi dando ao casal a dignidade que o vale-tudo jamais dera. “Tive muitas chances, mas o dinheiro nunca passava na minha mão. Eu era bicho do mato. Fazia contrato de boca e acabava explorado. Dei tudo ao vale-tudo, mas o vale-tudo, que era minha vida, nunca me deu nada”, lamenta.

O Diabo Louro lutou 530 vezes sem jamais perder. O mais perto que se viu de uma derrota foi em 1979, já com 37 anos, no duelo contra Rei Zulu. Quase desistiu quando sofreu um estrangulamento, mas conseguiu se livrar e derrotou o adversário aplicando uma gravata. Aposentou-se da luta livre aos 40 anos, contra Hércules. Quebrou um dedo, mas fechou as cortinas com a mesma arma usada na primeira luta: uma guilhotina.

Quando olha o presente, a pompa que cerca o UFC, Euclides sonha. Acha que nasceu no tempo errado. “Hoje ser lutador é como ser jogador de futebol. É o sonho de muitos. Em uma luta no UFC, o cara ganha o que eu não ganhei a vida toda. Mas eu não tenho inveja. Fico feliz. O MMA só é o que é hoje porque eu coloquei os primeiros tijolos”, gaba-se ele, aposentado pelo Senado e que recebeu a reportagem em sua casa humilde, mas espaçosa, em Riacho Fundo, a 18 km de Brasília.

Fonte: http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/esportes/outros-esportes/noticia/2012/10/14/euclides-pereira-o-maior-de-todos-59981.php

OBS: vale a pena ver os vídeos dessa lenda viva.
Rickson Gracie²???


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Rickson Gracie²???
Ia ser legal ver Rickson vs Euclides se ambos estivessem mais novos, já que eles juntos somam um cartel de quase 1000-0 Rolling Eyes

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Daryan escreveu:
Rickson Gracie²???
Ia ser legal ver Rickson vs Euclides se ambos estivessem mais novos, já que eles juntos somam um cartel de quase 1000-0 Rolling Eyes

rindo rindo

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Galerinha da 9ine,em especial os escorpiões, não vamos falar bobagem.

A diferença do Euclides Pereira, é que os grandes feitos dele estão documentados em VÍDEO ou JORNAIS.

Àqueles que não conhecem, favor procurar TV Ringue Torre antes de pensar em comparar um lutador real, a um cartel imaginário.

Pra quem não sabe, esse franzino senhor foi o primeiro e único a derrotar o Carlson Gracie.



Última edição por Smasher em Seg 5 Nov - 23:30:56, editado 1 vez(es)


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Sei que o marketing para vosso lutador é importante, mas não tentem desqualificar alguém que tem feitos documentados. Pode ficar feio...

Não, nem todas as 500 lutas foram documentadas. Afinal, estamos falando de coisas de 50 anos atrás! Mas a maioria, foi documentada ou testemunhada.


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Aos que não conhecem, vai uma matéria no prestigioso Inside MMA sobre Euclides Pereira, transformando-no num dos maiores nomes de todos os tempos do MMA mundial.


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O primeiro título no Vale Tudo de Euclides Pereira, foi em 1958, devidamente filmado e registrado.

Na reportagem, Tony Johnson e Justin Wren ouviram falar dele e o consideram uma lenda!



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Vamos ver o que a Rede Globo diz dele: O maior lutador de Todos os Tempos. E "não é Anderson Silva, Minotauro ou Cigano, não!".

Vídeo.



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Reportagem sobre o mestre:

http://gustavonoblat.blog.terra.com.br/2010/08/10/desconstruindo-o-lendario-euclides-pereira-entrevista-especial/


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Eu, particulamente, não o conhecia.
O coroa (que parece o Didi Mocó) ganhou um admirador da sua história e ações!!


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Naquela época ele já misturava as artes marciais. Não era propriamente um Cross Training, como o Ruas fez. Mas já era um visionário.




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NAJAMTEAM escreveu:Eu, particulamente, não o conhecia.
O coroa (que parece o Didi Mocó) ganhou um admirador da sua história e ações!!
Tinha reparado isso, mas em respeito ao tiozão, resolvi não falar nada... :rindopacas: :rindopacas: :rindopacas: :rindopacas: :rindopacas:


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GSP, mesmo não sendo mais campeão, vai derrotar qualquer um que aparecer. Ele perderá quando enfrentar Matt Brown porque perdeu pra Hughes e Serra.

Carlos Condit rumo à cinta da WW! Lawler VS Condit II pra ontem!

Status atual: torcendo pra criarem a categoria cruzador (até 106kg ou 235lbs) no UFC porque é muita diferença de peso entre LHW e HW, pro UFC abrir mais categorias femininas e pro UFC voltar a ter concorrentes de peso tipo o WEC, o PRIDE e o Strikeforce. Ray Sefo e Scott Coker, tamo junto! Reebok, pro inferno!

Khabib Nurmagomedov será o primeiro campeão russo do UFC. Isso é, se o UFC for justo e ele deixar de ser de vidro.

TUF de FLYs, aí sim!

MMA é o esporte mais previsível onde imprevistos acontecem, porque não importa se a luta é entre Matt Hamill e Ryan Bader ou entre Rashad Evans e King Mo, ou então entre Fedor Emelianenko e Joe Kavey ou entre Jon Jones e Craig Allen: fechou o cage, qualquer um dos dois pode ganhar.
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FrankPuxaFrango escreveu:
NAJAMTEAM escreveu:Eu, particulamente, não o conhecia.
O coroa (que parece o Didi Mocó) ganhou um admirador da sua história e ações!!
Tinha reparado isso, mas em respeito ao tiozão, resolvi não falar nada... :rindopacas: :rindopacas: :rindopacas: :rindopacas: :rindopacas:
E qnd ele era + novo parecia com o Bustamante... rsss


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Ele é a cara do Didi, agora que reparei.

No tempo dele as coisas eram pauleira! Quem quiser assistir, tem nos vídeos da TV Ringue Torre.


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